Um estudo pré-clínico conduzido por pesquisadores da Western University, no Canadá, mostrou que o CBD pode proteger células nervosas contra o tipo de dano associado à doença de Parkinson. O trabalho foi aceito para publicação na revista científica Free Radical Biology and Medicine em 6 de agosto de 2026.
Os pesquisadores expuseram células humanas de neuroblastoma a substâncias que reproduzem, em laboratório, o estresse oxidativo e a disfunção mitocondrial ligados à degeneração dos neurônios que produzem dopamina, processo central na doença de Parkinson.
O que o estudo encontrou
As células tratadas previamente com CBD mostraram viabilidade significativamente maior depois da exposição às toxinas, quando comparadas às células que não receberam o composto. O efeito protetor também apareceu contra outras duas toxinas associadas à doença.
Segundo os autores, o CBD ajudou a manter ativa uma via de defesa antioxidante das células chamada Nrf2, além de proteger as mitocôndrias contra fragmentação e reduzir o acúmulo de radicais livres.
O que isso não significa
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